
AMA SUPRECRODD 16ª etapa - Salt Lake City - UT
E a decisão do tÃtulo aconteceu uma etapa antes do esperado. Pelo menos antes do que era esperado no inÃcio do campeonato, um dos mais equilibrados desde a virada do século. Depois da metade Ryan Villopoto tomou o controle da situação e venceu seis das oito etapas, revertendo a fase inicial onde alternou vitórias com resultados abaixo da média.
Em Salt Lake City Villopoto largou realmente disposto a decidir a parada em vez de optar por uma tocada conservadora e administrar a vantagem para a final em Las Vegas.
Após a largada fez uma agressiva ultrapassagem sobre Ryan Dungey - pego de surpresa - para assumir a liderança. Um pouco depois Dungey perderia o segundo posto para David Millsaps.

Villopoto esboçou abrir alguma vantagem, mas seus dois concorrentes diretos ao tÃtulo fizeram um grande trabalho. Apertaram o ritmo e foram para cima do lÃder. A velocidade dos três logo os levou aos retardatários, uma constante nos dois terços finais da prova. Apesar do excesso de retardatários, a grande maioria respeitou religiosamente as bandeiras azuis - ninguém gostaria de ser lembrado por influenciar uma decisão de tÃtulo.
A diferença de Villopoto para Millsaps e Dungey, que vinha logo atrás, chegou a pouco mais de dois segundos, mas em determinados momentos caiu para apenas 0,5 segundo. Os dois desafiantes não permitiram Villopoto relaxar até a bandeirada, numa verdadeira aula de pilotagem nos limites do Supercross.
Apesar da proximidade Villopoto conseguiu se manter livre do ataque direto e comemorou o terceiro tÃtulo consecutivo da modalidade. É o quarto piloto a conquistar tal feito depois de Bob Hannah, Jeremy McGrath e Ricky Carmichael.

O evento de Salt Lake City ficou marcado também pelo contraste entre a maturidade dos pilotos da 450, que andaram no fio da navalha a final inteira sem desafinar, e os jovens da 250 Oeste, que cederam à pressão de uma eventual decisão do tÃtulo.
O primeiro a cair foi Ken Roczen que chegou à etapa com 20 pontos de vantagem sobre Eli Tomac. O alemão caiu na primeira curva de sua classificatória e depois de mais alguns erros inexplicavelmente abandonou na terceira volta para se concentrar na repescagem. Decisão equivocada já que ficaria com uma das últimas escolhas de gate.
Na última chance o alemão se envolveu novamente em um acidente na primeira curva e apesar da desesperada tentativa de recuperação, quatro voltas são muito pouco, e Roczen ficou a uma posição e pouco mais de 1,5 segundo da classificação.
Com Roczen fora, as coisas ficariam fáceis para Eli Tomac na final. O atual campeão da classe poderia não só eliminar a vantagem na pontuação do adversário, como ainda abrir 5 pontos para a final em Las Vegas. Mas com o peso sobre seus ombros, a corrida de Tomac degringolou, apesar de uma boa largada.
Tomac esteve irreconhecÃvel... nas costelas parecia um principiante em relação aos mais rápidos, além de cometer vários erros no obstáculo, quando acertava, era num ritmo bem abaixo dos demais. Da segunda posição na largada chegou a cair para nono no decorrer da prova. Nas voltas finais parece ter colocado a cabeça em ordem e conseguiu recuperar três posições para finalizar em sexto.

REDAÇÃO MOTOX
Conheça as principais equipes do Campeonato Brasileiro de Motocross 2013Times entram com novas formações na disputa por tÃtulos nacionais A temporada de preparação chegou ao fim. Agora é hora de acelerar para valer, pois os tÃtulos do Campeonato Brasileiro de Motocross estão em jogo. Para os pilotos de todo o paÃs e estrangeiros que vieram para entrar na briga, chegou a hora de pegar a estrada com direção a Carlos Barbosa. A tradicional pista gaúcha recebe, neste sábado e domingo, a primeira etapa da competição no motódromo Fabiano Audibert. Estarão em disputa as categorias 50cc A e B, 65cc, MX3, MX4, 230 Nacional, Júnior, MXF, MX2 e MX1.  A Yamaha Grupo Geração Monster Energy chega com seis pilotos. Na categoria principal, a equipe vem com força total, com o espanhol Carlos Campano, atual campeão da MX1, o venezuelano Humberto Martin e o catarinense Pipo Castro. Na MX2, Rafael Faria, Anderson Cidade e Marçal Müller lutam pelo troféu de campeão. Haverá também uma equipe de apoio com Renato 'Muguinho', Thui Todeschini e Ramyller Alves, que irão disputar a Júnior e Caio Lopes a MX2 e a 230.
Com quatro pilotos oficiais, a equipe Honda quer manter a tradição de tÃtulos. A novidade deste ano foi a contratação dos portugueses Joaquim Rodrigues (MX1) e Paulo Alberto (MX2), que se juntam ao goiano Wellington Garcia (MX1) e Thales Vilardi (MX2). Além disso, o time vermelho apoia quatro equipes satélites na temporada e amplia suas chances de tÃtulos, a Vulcano Ipiranga IMS, a Itamaracá Racing Fox, a Dunas Team e a LS Racing, do ex-piloto oficial Leandro Silva, que já desfalca o grupo no inÃcio da temporada depois de sofrer uma lesão no ombro diretito durante um treino.
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O atual campeão da MX2, Hector Assunção e seu irmão Roosevelt fecharam recentemente com a Circuit Bike Box Kawasaki. Hector voltará a lutar pelo tÃtulo de sua categoria, enquanto Roosevelt defende a equipe na MX1. Também de Kawasaki, os irmãos Gustavo e Anderson Amaral, entram na disputa pelas classes MX1 e MX2, respectivamente, com sua própria equipe. Djalminha Britto e Monique Camargo defendem a Team Green Kids Kawasaki, enquanto o companheiro de time Márcio Japinha se recupera de um acidente e desfalca a equipe neste inÃcio de campeonato.
 









